Flowforms, Natureza Rítmica da Água e outros…4 cursos de Paul Van Dijk em Outubro no Brasil

Alguns de vocês devem se lembrar do post “Aplicação da tecnologia flowforms para o tratamento de esgoto da cidade de Soerendonk (Holanda)” que fiz em Junho do ano passado, anunciando uma série de cursos conduzidos por Paul Van Dijk.

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Flowforms aplicados em espaço público na Bélgica (Foto de Paul Van Dijk)

Animado com a perspectiva de conhecer de perto o trabalho de Paul e sua experiência com a aplicação dos flowforms para revitalização de água em estações de tratamento de esgotos, decidi participar do curso “Natureza Rítmica da Água”. Cheguei com a expectativa de ver flowforms funcionando, e saí com a certeza de ter “virado a chave”, de ter revigorado e renovado meu olhar para a Água, compreendendo que ela é de fato um mistério muito maior do que imaginamos, e que estamos apenas triscando em sua superfície. Como disse Paul no primeiro dia de curso, logo após um entre tantos exercícios de observação fenomenológica: “Água é Amor em forma de matéria”. Foi um curso para tocar fundo nos sentidos, de deixar de lado a razão e a lógica e simplesmente observar sem julgar, intuir, e deixar ser sensibilizado e ensinado pela Água.

Inspirado pelo aniversário de 1 ano desde esse momento, me animei a juntar força aos amigos do Curso do Rio para trazer Paul novamente ao Brasil para uma série de 4 cursos imperdíveis, 2 realizados em São Paulo (com apoio de Rios e Ruas!), e outros 2 cursos em imersão em Ilhabela.

Foto de Guilherme Castagna.jpg

Desta vez terei a honra de traduzir os dois cursos oferecidos em São Paulo, no Dojô Harmonia: Água – Equilíbrio Dinâmico Entre Polaridades, e Um Novo Olhar Para as Plantas, além de participar como ouvinte do curso em Ilhabela.

Para mim a grande mágica de Paul, que além de experiente projetista de flowforms (tendo sido aluno direto de John Wilkes – autor do livro “Flowforms“), é ainda artista plástico, escultor, dançarino e professor de fenomenologia de Goethe, é fazer com que cada aluno aprenda por si, através de suas próprias vivências ao longo de exercícios que reúnem movimento corporal, observação, escultura em argila, desenho livre, e outras técnicas.

Se quiser saber mais sobre a tecnologia flowforms, acesse o artigo “Aplicação da tecnologia flowforms para o tratamento de esgoto da cidade de Soerendonk (Holanda)“.

Para saber mais sobre os cursos de Paul Van Dijk no Brasil acesse o site do Curso do Rio.

Agradeço por partilhar em suas redes, e espero ver muitos de vocês ao longo desses encontros!

Um grande abraço,

 

Guilherme Castagna

Errata sobre a matéria da Arena Mané Garrincha Ganha Prêmio de Sustentabilidade.

Olá à todos,
Gostaríamos de nos desculpar e inserir uma Errata no Post passado, sobre a matéria da Arena Mané Garrincha Ganha Prêmio de Sustentabilidade.

1. O Governo do Distrito Federal não usou financiamento do BNDES para construir o Estádio Nacional de Brasília, conforme citado na entrevista.  O dinheiro utilizado veio da TERRACAP, dona das terras do território do D.F.

2. O sistema solar está sendo reduzido para 2 MW ou 2,8 milhões de kWh/ano e não 2,54 mWatts conforme apresentado.
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Agradecemos pela compreensão.
Equipe FLUXUS

Arena Mané Garrincha ganha Prêmio Von Martius de Sustentabilidade 2013

Em meio aos protestos pelo uso ético e racional dos impostos pagos por toda a população em transportes, saúde e educação, e às críticas aos investimentos do dinheiro público em estádios e infraestrutura destinados ao futebol (Copa 2014), chama a atenção a premiação do projeto de “Manejo integrado de águas pluviais do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha” (26/60). De autoria da Fluxus Design Ecológico, a proposta foi finalista do Prêmio von Martius de Sustentabilidade 2013 da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo.

Arena Mané Garrincha

Arena Mané Garrincha

Prêmio Von Martius
Criado no ano 2000 pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo, o prêmio visa incentivar iniciativas de empresas, organizações não governamentais, indivíduos, governos e instituições nacionais que promovam o desenvolvimento econômico, social e cultural alinhado ao conceito de desenvolvimento sustentável. O pesquisador alemão Carl Friedrich Phillip von Martius (1794 – 1868) fez pesquisas científicas em quase três anos viajando pelo Brasil, entre 1817 e 1820, e contribuiu para o conhecimento e a valorização do ambiente natural e cultural de nosso País.

O engenheiro civil Guilherme Castagna, sócio-fundador da Fluxus Design Ecológico, coordenou o plano de manejo de água do novo estádio, finalista do prêmio Von Martius na categoria Tecnologia. Guilherme acredita que a reforma do estádio nacional ficará mesmo como um “legado” da Copa, independentemente de qualquer crítica que se possa fazer – o “Mané Garrincha” recebeu a abertura da Copa das Confederações de 2013 e será palco de várias partidas da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Para o profissional, mais do que um projeto de engenharia, a obra é também um projeto educativo, “e cumprirá esse papel muito além da Copa, ainda mais em se tratando de uma cidade que sofre enormemente com a aridez causada em grande parte pela forma de ocupação da região”. Guilherme explica que o projeto será executado em fases, “e só estará completo ao término da Copa (no que foi chamado de “Legado da Copa”).

A reforma completa do “Mané Garrincha” teve um cunho iminentemente ecológico. O objetivo último dos responsáveis pela arquitetura ecológica (a Castro Mello Arquitetos) é fazer dele o primeiro estádio no mundo a receber a certificação LEED Platinum – Leadership in Energy and Environmental Design (ou Liderança em Design de Energia e Meio-Ambiente) do Green Building Council – Conselho de Construções Sustentáveis (EUA).

Aliás, a obra foi financiada com verbas do BNDES, e sob gestão pública do governo do DF. “O BNDES incentivou as empreiteiras a buscarem a certificação LEED, mas nós buscamos o selo Platinum, o mais alto em termos de construção sustentável”, estima Ian McKee, parceiro executivo da Castro Mello Arquitetos. Para alcançarem o selo de excelência, os planejadores não cuidaram apenas da EcoArena, mas envolveram todos os serviços oferecidos a visitantes, durante e depois da Copa(os estádios têm vida útil entre 50 e 70 anos, e os custos da manutenção de um modelo não racional de desperdícios com energia e água podem ser o pior legado desse mega investimento).

Os custos para sediar a Copa 2014
Se a África do Sul gastou R$ 7,7 bilhões de reais para fazer sua Copa de futebol, o Japão despendeu R$ 10,1 bilhões, e a Alemanha R$ 10,7 bilhões, é justo perguntar porque o Brasil deverá despender R$ 28,1 bilhões em obras relacionadas a Copa até o início dos jogos em 2014, segundo a previsão atual do comitê organizador. Aí estão incluídos 327 projetos que vão desde obras de infraestrutura básica, como aeroportos e corredores exclusivos para ônibus, até gastos diretamente ligados ao torneio de futebol.

A justificativa oficial é de que muito desse dinheiro será gasto em obras de infraestrutura e mobilidade urbana necessárias no País, com ou sem o torneio. E as empresas e Estados envolvidos na adequação dos estádios alegam que o padrão Fifa ajuda a encarecê-los. O imbróglio piora se consideradas as alegações sobre o uso de recursos públicos em tais obras e as isenções fiscais que beneficiam empresas e governos dentro do programa Recopa. O que se estende à Fifa, que deixaria de pagar em torno de R$1 bilhão de impostos.

No artigo “De onde vem o dinheiro da Copa”, publicado pela BBC Brasil, Holger Preuss, professor de Economia do Esporte na Universidade Johannes Gutenberg-University (Alemanha), que estudou o impacto econômico das duas últimas Copas, afirma que o problema não está em gastar muito, mas em “garantir que, em cada caso, os recursos estejam sendo usados da maneira mais eficiente possível”.

Especializado em “Wetlands” (sistemas de tratamento de águas baseados na utilização de plantas aquáticas), Guilherme Castagna foi premiado por ter integrado o paisagismo e o sistema de drenagem do Mané Garrincha, em um sistema que retém, purifica e utiliza a drenagem de águas externas e de chuvas em lagos e cisternas, dentro e fora do estádio. Ao final, a água reaproveitada no Mané Garrincha deverá cobrir 100% do consumo em eventos ao longo do ano.

Sob uma persectiva mais ampla, o projeto do estádio foi sistematizado como parte do trabalho desenvolvido pelo programa Cidades e Soluções, da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland), do qual fazem parte a Fluxus Design Ecológico e FCTH/USP (Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica). Segundo Guilherme, os materiais produzidos pelo grupo serão destinados a construtoras e prefeituras de pequenos municípios.

Mas a reconstrução do Estádio Nacional de Brasília não considerou apenas a ecologia da água. Reerguido com concreto e aço reutilizados do antigo estádio, o local terá 2,5 milhões de m2 de espaços verdes, incluindo os tais “wetlands” (jardins purificadores de água), fauna nativa e estacionamento para bicicletas. O projeto é 100% eficiente e autossuficiente em energia –usa lâmpadas LED em seu consumo e 9 mil placas fotovoltaicas instaladas na cobertura para a produção de 2,54 mWatts (equivalente ao consumo de 1.500 casas/dia); o excedente poderá ser revertido para a rede pública do DF. A fachada aberta da EcoArena trará conforto térmico pela ventilação natural e a cobertura funcionará como um grande chapéu protegendo a torcida da chuva e do sol forte de Brasília.


Leia o bate-bola com Guilherme Castagna, coordenador do projeto premiado, “Manejo integrado de águas pluviais do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha”

Isabel Gnaccarini – O que significa o Prêmio em sua carreira e para a preservação e uso racional da água e dos recursos naturais?

Guilherme Castagna – A maior importância do prêmio é a visibilidade que ele irá proporcionar a esse novo olhar de cuidado com a água. Um olhar que oferece a oportunidade de enxergar a água como um recurso precioso, trazendo-o ativamente à infraestrutura da cidade de forma a nos integrar de forma positiva ao ciclo hidrológico local. No que se refere à água de chuva, após a conclusão do nosso projeto, o estádio passará a ser um pólo produtor de água limpa, além de gerador de sua própria água, o que reconfigura completamente a forma como são convencionalmente construídas edificações de qualquer porte, em que consumimos água limpa a um alto custo ambiental e energético, devolvendo água suja. Pela contaminação dos mananciais locais com o esgoto e a poluição difusa (advinda da drenagem) precisamos recorrer à água limpa de locais cada vez mais distantes, dependendo de grandes e custosas estações de captação, tratamento e bombeamento de água. Em resumo, enquanto o padrão que engolimos hoje em dia é o de consumir água limpa e devolver água imunda, o estádio produzirá sua própria água limpa para consumo não-potável, com a recarga dos lençóis freáticos, melhoria do microclima com o aumento da umidade, redução das ilhas de calor, devolução de água limpa à rede de drenagem, e redução de custos de operação, com o atendimento de 100% do consumo não-potável apenas com água de chuva.

IG – O que representou poder fazer isso num estádio de futebol (e para a Copa)?

GC – Nosso projeto será executado em fases, e só estará completo ao término da Copa, no que foi chamado de “Legado da Copa”, deixado como herança deste evento. Mais do que um projeto de engenharia, é também um projeto educativo, e que cumprirá esse papel muito além da Copa, o que para nós serviu de tremenda inspiração, ainda mais em se tratando de uma cidade que sofre enormemente com a aridez causada em grande parte pela forma de ocupação da região.

IG – O que você diria sobre as críticas a respeito dos custos de estádios e obras da Copa levantados nas recentes manifestações populares que vimos nas ruas de todo o Brasil?

GC – Creio que chegamos num momento da história do país em que os cidadãos finalmente começaram a despertar sobre a necessidade de levantarmos nossas vozes, e mostrar a indignação com relação à forma como os investimentos públicos são conduzidos no nosso país. Penso que há uma série de questões a refletir a respeito da realização da Copa, e dos altos custos envolvidos com a criação da infraestrutura necessária à realização dos jogos. Acredito que o primeiro passo seja exigir transparência na forma como foram investidos, não só os recursos deste evento em especial, como de fato são todos os investimentos públicos, para que possamos nos apropriar melhor desses números e avaliar o impacto e a efetividade desses investimentos, exigindo ajustes junto aos nossos representantes. Como projetista, afirmo com tranquilidade, que a busca que fazemos por projetos funcionais, de baixo custo de execução, operação e manutenção pautou o plano de manejo integrado de águas pluviais do estádio de Brasília.

IG – Quais seus planos profissionais para o futuro e como você acredita que esse trabalho poderá contribuir para o bem-estar no planeta?

GC – Seguindo a experiência do projeto do estádio estamos ampliando a escala dos nossos trabalhos, desenvolvendo modelos sistêmicos de manejo integrado de água em projetos de loteamentos, agroindústrias, estabelecimentos de hotelaria e meios de hospedagem, com disposição especial em trabalhar com pequenos municípios, onde compreendemos que há uma abertura e uma maior facilidade na reorganização da infraestrutura dos serviços de água com baixos investimentos.

Estamos ainda nos preparando para um tour educativo em faculdades de engenharia e arquitetura de São Paulo, compartilhando essa visão inspiradora de trabalho com a água no ambiente construído. Estamos também fortalecendo nossa afinidade com o EPEA Brasil, escritório que representa a metodologia de Design Ecológico Cradle to Cradle (Berço ao Berço) no país, que, tenho certeza, sinaliza um roteiro técnico muito claro para o estabelecimento de produtos e sistemas projetados de forma alinhada à um futuro de plenitude e abundância, assim como cartilhas práticas dedicadas à pessoas sem formação acadêmica, com base na permacultura, oferecendo dicas de soluções simples e de baixo impacto para as questões relacionadas ao manejo de água em suas casas.

Se onde há água há vida, então acreditamos que nosso trabalho possa melhorar de forma positiva a qualidade de vida de todos, por meio da reestruturação da forma como a sociedade convive com a água.

FLUXUS Abre vaga – Desenhista SketchUP

Car@s amig@s,
Fluxus Design Ecológico está divulgando vaga para possíveis interessados para integrar nossa equipe pontualmente para um projeto, podendo estender a uma relação de parceria para futuros trabalhos.
Nossa área de atuação: Projetos de engenharia voltados ao manejo integrado de água, segundo a visão da permacultura.

Abaixo seguem as informações sobre a vaga:

Buscamos um profissional com formação técnica, prática e/ou acadêmica para nos apoiar na elaboração de projeto na plataforma Sketchup, e que atenda os pré-requisitos abaixo: 

. SketchUP – Avançado;
. Hidráulica predial (teoria e/ou prática) – nível básico/intermediário;
. Informática: AutoCAD – nível básico/intermediário;
. Pratica diária de princípios mínimos de sustentabilidade;
. Perfil: pró-ativo, organizado, disposto a aprender, ensinar e a colaborar na melhoria contínua dos nossos processos, habilidade para lidar simultaneamente com diversos desenhos/projetos, e comunicativo(a), disposto(a) a desenvolver projetos que desafiam a lógica convencional de processos e materiais voltados a sustentabilidade – em ambientes urbanos e rurais – com foco em
soluções voltadas ao manejo integrado de Água, segundo a visão da Permacultura.

Desejável: 

. Conhecimentos de permacultura;
. Noções de hidrologia;
. More na região da Vila Madalena/Sumaré/Pompéia/Pinheiros/Lapa/Barra Funda ou imediações.

Disponibilidade: 

. Inicialmente de 3 a 5 vezes por semana, meio período (manhã preferencialmente), de acordo com o perfil e disponibilidade.

Contrato temporário para projeto específico, com término previsto para outubro, com possibilidade de incorporação do(a) contratado(a) como parceiro para futuros projetos da FLUXUS. 

Atividades: 

. Elaboração de pré-estudos e projetos técnicos no Sketchup e AutoCAD, com suporte técnico da equipe Fluxus;
. Possíveis visitas técnicas de acompanhamento de projetos;
. Estudos técnicos visando desenvolvimento de novas plataformas de ação em gestão integrada de água segundo a visão da Permacultura.

Local de trabalho: 

Escritório nas imediações da Rua Heitor Penteado (São Paulo), a poucas quadras do Metrô Vila Madalena, em escritório compartilhado, também sede da Livraria Tapioca.Net, com acesso a todo o acervo da livraria para estudos pessoais.

Os interessados devem enviar CV com referências para o endereço: fluxus@designecologico.net com o assunto “VAGA” até 30/Junho. Início previsto em JULHO.

Para conhecer um pouco mais de nossos trabalhos acesse as páginas a seguir:
http://www.fluxusdesignecologico.wordpress.com [2]
https://www.facebook.com/#!/pages/Fluxus-Design-Ecol%C3%B3gico/348851478464125?fref=ts [3]
http://www.archdaily.com/6700/harmonia-57-triptyque/ [4]
http://www.leonardofinotti.com/projects/pv-house [5]
http://pagina22.com.br/index.php/2012/10/mane-garrincha-na-frente-do-gol/ [6]
http://sustentabilidade.santander.com.br/biblioteca/Lists/Biblioteca/DispForm.aspx?ID=127 [7]

Atenciosamente


 

Projeto para Financiamento Coletivo – Implantação do Biossistema Integrado – Bairro do Verava, Ibiúna/SP.

Caros amigos,
Fazemos parte deste lindo projeto, para aqueles que se interessarem e se mobilizarem pela causa, entrem em contato nos links disponíveis abaixo.
Grato,
Equipe FLUXUS
O IPESA estará no lançamento do site com um Projeto para Financiamento Coletivo, a Implantação do Biossistema Integrado para o Espaço Comunitário do bairro do Verava, Ibiúna/SP.
Obrigada!
Grande abraço
Luciana de Sá Nogueira

2º Mutirão de Dedicação a Terra

2o. Mutirão de dedicação a terral

Convidamos você para o 2o. Mutirão de Dedicação a Terra que acontecerá nos dias 25 e 26 de maio  na Fazenda Atalanta em Extrema/MG. Nestes dias estaremos nos dedicando a terra e finalizando a construção de uma bacia de evapotranspiração para tratamento do esgoto dos alojamentos bem como realizando várias atividades de cuidado com a natureza. Será muito bom te-lo conosco compartilhando dias especiais onde juntos vamos trabalhar, cantar, dançar, fazer fogueira, tomar banho de cachoeira, comer uma comidinha natural e principalmente nos dedicar para que a alegria e a harmonia seja uma constante.

A Fazenda Atalanta  fica a 1:30hs de São Paulo, localizada a 1.300mts de altitude, nas montanhas da Mantiqueira, local de muita vida onde cuidar da natureza e de todos os seres que nela habitam é uma Missão sempre presente. ​​Sua Missão é proporcionar a reconexão do ser humano com a natureza interior e exterior, contribuindo com o Despertar de uma Consciência mais observadora, sensível, amorosa e integrada com a Natureza e todos os seres que nela habitam.

Maiores informações favor escrever para Carla e Daniel fazenda.atalanta@gmail.com

As inscrições estão sendo feitas a através do preenchimento de Ficha de Inscrição. Escreva-nos solicitando a ficha. ​
As vagas são limitadas!
Amor & Gratidão!!!     Carla e Daniel